Jovem vende balas no trânsito para obter dinheiro para cirurgia oftalmológica

Jovem vende balas no trânsito para obter dinheiro para cirurgia oftalmológica

Morador de Juazeiro do Norte, Wesley Fernandes foi diagnosticado com problemas nas córneas e precisa fazer procedimento que não é ofertado pelo SUS. Um diagnostico que resultou em medo e, depois, deu lugar a força de vontade. É esse o enredo da história do jovem Wesley Fernandes, de 21 anos, que foi diagnosticado com ceratocone,

Morador de Juazeiro do Norte, Wesley Fernandes foi diagnosticado com problemas nas córneas e precisa fazer procedimento que não é ofertado pelo SUS.

Um diagnostico que resultou em medo e, depois, deu lugar a força de vontade. É esse o enredo da história do jovem Wesley Fernandes, de 21 anos, que foi diagnosticado com ceratocone, uma doença que provoca deformação progressiva da curvatura da córnea. Agora, o juazeirense corre contra o tempo.

Após consulta com um oculista, em dezembro do ano passado, a cirurgia oftálmica de ‘crosslink’ foi marcada para o próximo dia 14 de outubro, em uma clínica particular, uma vez que o procedimento não é realizado pelo SUS. “Poderia ingressar na Justiça, mas demora muito, e o médico disse que o meu caso é urgente, porque está avançado”, contou.

“Tenho esperança de que vou conseguir, se não terei que adiar”.
Ele explica que, inicialmente, deverá ser realizada a cirurgia do olho esquerda, onde a doença está mais avançada. O procedimento custa R$ 2,8 mil. Sem o valor para custear, Wesley se lançou às ruas de Juazeiro do Norte para vender jujubas e, assim, angariar recursos para o procedimento.

Os recursos arrecadados, até agora, ainda estão aquém do necessário. Além do procedimento, Wesley terá que usar um óculos que custa R$ 700 e uma lente de contato, orçada em cerca de R$ 2 mil. A meta dele é levantar R$ 5 mil. Na pressa para arrecadar o dinheiro, o jovem fez uma rifa e fabrica peças em croché, como bolsas, toalhas e representação animal. “Aprendi com minha avó”, contou.

A mãe dele, a dona de casa, Francisca Fernandes nutri as esperanças por um desfecho feliz. “As nossas dificuldades são grandes, mas com fé em Deus vamos vencer”, disse Francisca Fernandes. “Meu filho vai conseguir, não vai ficar cego”. A doença é progressiva.

Fontes: D/N.

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